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Ponte do Arco-íris
Não podíamos deixar de homenagear alguns bichinhos que já se foram, que voltaram para a casa de nosso Pai. Nós fomos a única família que eles conheceram. Até seu final, foram sabendo que eram muito amados por nós. Agora eles são anjinhos lá no céu. Onde eles estão não existe mais a dor do descaso, a dor da doença, a dor da maldade humana. Só existe o amor, puro e sublime, como eles. Olhem por nós, meus queridos! Um dia nos reencontraremos!


Zeca, seu lindo!

Já estava velhinho, sem dentes, com a língua pendurada. Nunca teve nenhuma reação agressiva com humanos ou outro cão. Um verdadeiro anjo! Saudade, meu querido.



Este é o Billy

Também já estava bem velhinho. A Sueli conta que, quando o encontrou, ele não tinha um pêlo sequer no corpo, era pura sarna. Viveu muitos anos conosco. Tinha nosso carinho, boa comida, lugar limpo, fomos nós sua única família.



Toby

Que cão maravilhoso! Dócil e lindo. Já chegou adulto em nossas vidas, deveria estar com uns 8 anos. Perdemos o Toby para uma doença. De repente, seus rins pararam de funcionar. Nos conforta saber que tudo o que era possível por ele foi feito. Tivemos que eutanásia-lo, já estava sofrendo muito. Não desejo a ninguém esta horrível sensação. Lutamos pela vida! Até hoje guardo uma mechinha de seu lindo pêlo comigo.



Vitória

Às vezes nos dá a sensação de que chegamos tarde demais na vida deles! Foi este o caso da Vitória. A Sueli a encontrou dentro de um bueiro, uma valeta na beira da estrada, mais morta do que viva. A foto fala por si só. A levou pra sua casa no mesmo dia, e no dia seguinte eu já havia comprado ração da mais forte que havia, vitaminas, colchão bem bonito e confortável para ela e fui correndo de volta pra lá. E tudo que eu pedia pra Vitória era TEMPO, me dá tempo pra cuidar de você, você ficará boa novamente, mas me dê tempo. Infelizmente, a Vitória amanheceu morta, dormindo, tadinha. Não é fácil pra nós aceitarmos que, ás vezes, perdemos, que ás vezes chegamos tarde demais. Nem tudo esta sob nosso controle. Tudo o que eu lhe pedia era tempo, mas Deus tinha outros planos pra nossa menina, que esteve conosco apenas um dia de sua vida, o ÚLTIMO dia de sua vida, mas o suficiente para que nunca mais nós a esqueçamos. Como um animal pode chegar a este ponto, sem ter nunca conhecido a compaixão humana?



Bonitão

O Bonitão surgiu em nossas vidas como um presente. No início, a história dele calava fundo: atropelado por um caminhoneiro sem-coração, que o atropelou por puro sadismo. O Bonitão sobreviveu, lutando como um guerreiro, graças ao carinho do Rai, uma pessoa cheia de bondade que o cobria com papelão na chuva, alimentava e dava carinho. O Bonitão, no entanto, precisava de veterinários que o ajudassem. E, enquanto esperava a ajuda, definhavam seus músculos, atrofiavam-se suas esperanças de voltar a andar.


Pela internet, veio um apelo, e o Bonitão entrou, tomou conta e encheu nossas vidas. Um início difícil, com cirurgias seguidas, e ele foi aos poucos recuperando a musculatura, movimentos, controle. O que nunca mudou foi o olhar forte, penetrante, sempre alegre.
Um cão carentão, brincalhão, que ocupava a atenção de qualquer um que se aproximasse dele. Por onde passava, o Bonitão arrebatava corações. Nunca um nome foi dado a um cão com tamanho acerto.
Massagem, choque, fisio, hidroterapia, acupuntura. O Bonitão encarou todos os tratamentos sempre de forma vivaz, risonha.
Até que, um dia, vimos o Bonitão andar de novo. Chorei - de alegria, de felicidade.
Quando o Bonitão mudou de clínica, passamos a nos ver menos. Fiquei um tempo sem visitá-lo, por razões alheias à minha vontade. E, quando fui lá, ele me recebeu com o olhar de sempre, o carinho que o caracterizava, e a alegria de viver que arranca, até hoje, sorrisos misturados a olhos marejados.
Mas o Bonitão não ficou muito mais tempo. Uma noite, aninhado em seu colchãozinho, respirou mais fundo e partiu.
Deixou-nos em um misto de desespero e conforto. Desespero, por perder o Bonitão. Conforto, por saber que, em sua partida, ele continuou a ser o Bonitão que sempre foi, um companheiro que nos leva um pedaço, e que nos deixa a felicidade de termos compartilhado de sua alma elevada.

(Quem assina este texto é WERNER GRAU NETO, que foi o protetor do Bonitão enquanto "viveu" conosco.)
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