O COMEÇO QUEM SOMOS MISSÃO COMO AJUDAR ANTES E DEPOIS QUEM ADOTOU PARA ADOÇÃO CONTATO
Quem Adotou
Aqui pessoas que adotaram dividem conosco sua experiência, nos relatando como a chegada deste novo amigo(a), surtiu efeitos em sua vida.

Priscila, que adotou a Nayla.

"Num certo dia, estava eu, olhando os sites de adoções e vi a foto de uma cocker cega, adulta de uns 06 anos, fiquei apaixonada e a adotei. Morava em um apartamento e já tinha uma poddle. A Nayla é a minha maior alegria, eu a amo demais, ela é minha companheira, dócil, meiga, tranquila, brincalhona, passeio com ela nas ruas e até hoje depois de um ano ninguém notou que ela é cega, pois anda a vontade, ás vezes atravessamos a rua correndo, enfim é normalíssima, faz as necessidades no jornal, sendo que adquiriu este hábito com apenas 03 dias de convivência em minha casa. Sabe? A minha maior alegria é chegar em casa e vê-la abanando o rabinho e latindo porque eu cheguei, é um amor puro, incondicional, a deficiência dela eu nem percebo pois a vejo com os olhos do coração, e quando falo dela como estou fazendo agora, nossa fico iluminada, radiante de amor. Ela sabe que poderá contar comigo pra sempre e sei que ela também me ama muito e é grata por tudo que faço por ela."
Priscila




Enedina, que adotou a Milla.
Cadela que havia sido deixada pra trás por sua verdadeira família na mudança de casa.


 

"Há mais de dois anos, acompanho o trabalho da Mônica lendo os e-mails (muito bem escritos) que ela me manda. São histórias que sempre me comovem. Tenho 3 gatos (duas fêmeas e um macho) e nunca tive cachorro. No entanto, em maio do ano de 2007, exatamente no Dia das Mães, encontrei uma cachorrinha tipo poodle à beira de uma estrada com um ferimento enorme no pescoço. Estava em carne viva. Não consegui seguir viagem e decidí recolhê-la.
Após tratamento, ela ficou boa. Dei-lhe o nome de Lara e a adotei. Só que seu comportamento me parecia irrecuperável, pois ela vivia encolhidinha num canto, não levantava os olhos por nada deste mundo, comia muito pouco, não emitia um som sequer e só se levantava pra fazer as necessidades. E sempre, sempre, com o rabinho entre as pernas. Tentei a terapia do amor.
Carinho, pegar no colo, acariciar, conversar... e nada. Três meses depois, recebi da Mônica um e-mail falando da Milla, uma cachorra vira-lata adulta de porte médio/grande abandonada pelos antigos donos. Eu estava querendo adotar um cachorro desse tamanho porque precisava iniciar no hábito das caminhadas matinais por recomendação médica (colesterol alto!). Escolhi a Milla pelas informações que a Mônica me deu: era uma cachorra muito dócil, obediente, ótima companhia e que latia pouco. A recebí em um lindo domingo de agosto, exatamente no Dia dos Pais, e logo ficamos amigas. No entanto, eu estava preocupada com os meus gatos. Como eles reagiriam? Será que ela os respeitaria? E a Lara, tão traumatizada, não ficaria pior do que já era? Mas graças a Deus tudo deu certo. Depois de um curto período de adaptação, a "turminha" passou a conviver bem, e hoje a Milla é a mãezona dos meus gatos. Acreditem: ela me ajuda a recolhê-los à noitinha, hábito que mantenho por precaução. Durante o dia deixo-os livres, subindo nos muros e indo nas casas vizinhas. Mas quando a noite cai, quero todo mundo dentro de casa. A Milla já sabe que faço isso por volta das 19 horas e nem me espera. Vai na frente, abaixa a cabeça e "empurra" um por um delicadamente para dentro. E a gatinha menorzinha, que sempre teima em querer "ficar mais um pouco", é o xodó da Milla. Esta é uma cena que me enche de alegria. A Lara, então, se transformou. Hoje ela levanta os olhos, come bem, anda pela casa toda abanando o rabinho, late quando necessário e vive chamando para brincar.
Assim, a Milla hoje é parte de mim, da casa e da paisagem onde moramos, pois todos os vizinhos gostam dela. Não bastasse tudo isso, ela tem atraído boas amizades durante nossas caminhadas matinais, momento em que os amantes dos animais se encontram e trocam informações. A conversa sempre começa assim: "Que linda que ela é! Como se chama?"
Confesso: sempre achei besteira esse negócio de Dia das Mães e Dia dos Pais. Agora, é impossível não comemorá-los lá em casa."
Enedina





Flávia, que adotou a Lailinha.





"Sempre sonhei em ser mãe, mas infelizmente, ainda não consegui ter filhos. Entretanto, minha vida começou a mudar em 11 de agosto de 2005, quando eu e meu marido Marcello resolvemos "adotar" um cãozinho. Navegando pela internet, encontrei umas fotos de cinco filhotes que haviam sido resgatados em um buraco, na Rodovia Raposo Tavares, por um casal. Sinceramente, posso dizer que gostei muito de todos, mas uma das fêmeas me chamou mais a atenção, meu coração bateu mais forte logo que olhei para a foto dela! Hoje tenho certeza que não foi por acaso que fui visitar aquele site.
Acabamos "adotando" aquela fêmea, pela qual logo me apaixonei e demos à ela o nome de Laila. Nossa vida mudou muito, pois desde o dia 06 de setembro de 2005, quando recebemos a Laila definitivamente em nossa casa, que conseguimos formar uma família. A Laila é super meiga, dócil, companheira e tem trazido muita alegria para o nosso lar e eu e o Marcello estamos curtindo muito esse "presente que Deus nos deu."
Flávia Vassellucci




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