O COMEÇO QUEM SOMOS MISSÃO COMO AJUDAR ANTES E DEPOIS QUEM ADOTOU PARA ADOÇÃO CONTATO
Quem Adotou
Aqui pessoas que adotaram dividem conosco sua experiência, nos relatando como a chegada deste novo amigo(a), surtiu efeitos em sua vida.





João, Carla, Gabriela e Beatriz, que adotoaram a Minnie.

Há exatamente 70 anos atrás, nos idos de 1943, Antoine de Saint-Exupery presenteou o mundo com duas máximas: “O essencial é invisível aos olhos” e “És responsável por quem cativas”.
Me desculpem os seres que se dizem racionais e se locomovem sobre duas pernas, quando não sobre asas ou sobre as águas; mas cada dia mais acredito que essas frases não foram dirigidas para os homens, mas para criaturas que percorrem o mundo sobre quatro patas, as quais a sorte não agraciou com um berço quente, mas proporcionou o lar caloroso da verdadeira expressão do amor incondicional.
Esse amor, com exceção das mães, não é encontrado em sua forma natural na natureza, ele pode ser mascarado, vendido, e até aceitado, mas como morangos postos à intempérie, mofam e não são mais agradáveis ao paladar.
Dessas criaturas que se dizem racionais e habitam a face do planeta com os animais, podemos dizer que balizam suas existências através do dinheiro, do amor fácil e grátis, das conquistas baratas e dos castelos de areia.
Qual conquista é mais gratificante do que o verdadeiro sorriso de agradecimento que os pequenos, e muitas vezes imensos amparados, mas nunca mais desamparados, da ONG “Adote um Focinho” nos proporcionam ao chegarmos em casa?
Qual stress, trânsito, ou dívidas resiste ou consegue ocupar espaço à alegria representada por pulos, rabos abanados e mordidas carinhosas de nossos amados companheiros do dia a dia. Chamá-los de animais de estimação é uma ofensa à verdadeira expressão de amizade e amor. Desafio à quem quer que se auto-intitule ser racional que defina esse sentimento em palavras que toquem minha alma verdadeiramente.
Mas vamos dar o crédito à quem é de direito: tiremos o chapéu à todas essas pessoas que dedicam seu tempo, da sua família e muitas vezes seus recursos particulares em prol daqueles que não possuem voz, e que quando as expressam não são entendidas.
Façamos parte dessa corrente, que sejamos apenas mais um elo, mas sem esquecer que todos os elos são fundamentais à união do todo; se ao adotar somos o final da corrente, compreendemos o valor daquelas pessoas que são o primeiro aro, o que recolhe e cuida, pois sem isso como poderíamos acolher, cuidar e amar. Sem esquecer que o mais importante é o amor recebido. O resto é apenas isso… resto.
Obrigado à Alba que acolheu, cuidou e amou. Deu o refúgio e o abrigo.
Obrigado à Mônica, que através da “Adote um Focinho” e de sua perseverança, tratou, medicou, a preparou para um novo lar e a amou.
Obrigado à ambas por nos trazerem o presente à nossa porta.
Obrigado à Minnie por existir e mudar nossas vidas.
Ao começar com trechos do “Pequeno Príncipe”, me obrigo à encerrar com outra absoluta de seu criador: “As estrelas são todas iluminadas... Não será para que cada um possa um dia encontrar a sua?”

João, Carla, Gabriela & Beatriz




Sabrina Duran, que adotou a DumDum.

"Há cerca de um mês perdi um grande amigo, o Estopa, que foi atropelado brutalmente por uma dessas pessoas que só conhecem a pressa na vida. Essa perda me marcou muito, porque o Estopa, um cãozinho que encontramos abandonado e adotamos havia dois anos, era só amor e alegria, e fez todo mundo em casa mais amoroso, mais generoso, e ele, claro, ganhou vida nova longe das ruas. O grande legado que o Estopa deixou pra mim foi esse: dure muito ou pouco, uma vida tem que valer a pena pelo amor que se vive e se compartilha. Foi este sentimento que me levou a adotar o DumDum, um cocker extremamente doce, carinhoso, que apesar dos terríveis maus tratos que sofreu, é capaz de um amor e uma confiança incríveis.
Quando entrei no site para buscar um cãozinho, olhei vários, perguntei sobre alguns para a Mônica, e depois de alguns emails, a Mirian sugeriu: por que não o DumDum? Fui ver a cara do mocinho no site. Vi nele um olhar doce, muito doce, e a história dele me tocou. Quando vi aquele olhar, mesmo na foto, eu sabia que tinha que ser ele - dessas certezas que a gente tem e não sabe explicar. Ao conhecer o DumDum pessoalmente, no meio de um belo banho no canil, a certeza se confirmou: quis trazê-lo pra casa na mesma hora. Faz menos de dois dias que estamos convivendo, e já ha muita confiança entre a gente.
Ao longo do dia, enquanto estou escrevendo (trabalho em casa) ele sai da caminha dele e fica sentado na minha frente, com o narigão apontado pra mim e com o mesmo olhar doce perguntando: ei, faz um cafuné? Eu faço e ele volta pra cama. Se não está satisfeito, pede mais carinho encostando o focinho na minha mão. Nos nossos passeios pela praça, ele gosta de correr atrás das pombas. É hilário, ele quer pegar todas, inclusive no ar! E isso é interessante: o DumDum manca com a patinha traseira esquerda, mas quando corre, parece que tem 5 patas de tão rápido!
Pra ele tanto faz usar 4 ou 3 patas. É tudo igual. Imagino que muita gente deixa de adotar um bichinho com alguma limitação física. Mesmo pessoas esclarecidas enxergam essas peculiaridades como defeito, seja estético, seja prático. Eu posso dizer, com conhecimento de causa, que isso é uma grande bobagem. E o DumDum, com todo seu amor e energia, está aqui me provando isso a cada minuto. Às vezes ele precisa de uma ajudinha pra subir no sofá, por exemplo. Mas quem não precisa de ajuda às vezes, seja emocional, intelectual e mesmo física?
Essa peculiaridade desse menino lindo só nos faz ficar mais próximos, mais parceiros um do outro. Eu o ajudo a subir no sofá e ele me ajuda a ser um pouco menos egoísta, a respeitar mais o tempo de cada um. A vida é uma troca constante de riquezas, e adotar um bichinho é uma das formas mais belas de troca.
Parabéns a Mônica e Miran pelo trabalho tão necessário que fazem na ONG, e por permitirem essas trocas todos os dias."
Sabrina Duran






Priscila, que adotou a Nayla.

"Num certo dia, estava eu, olhando os sites de adoções e vi a foto de uma cocker cega, adulta de uns 06 anos, fiquei apaixonada e a adotei. Morava em um apartamento e já tinha uma poddle. A Nayla é a minha maior alegria, eu a amo demais, ela é minha companheira, dócil, meiga, tranquila, brincalhona, passeio com ela nas ruas e até hoje depois de um ano ninguém notou que ela é cega, pois anda a vontade, ás vezes atravessamos a rua correndo, enfim é normalíssima, faz as necessidades no jornal, sendo que adquiriu este hábito com apenas 03 dias de convivência em minha casa. Sabe? A minha maior alegria é chegar em casa e vê-la abanando o rabinho e latindo porque eu cheguei, é um amor puro, incondicional, a deficiência dela eu nem percebo pois a vejo com os olhos do coração, e quando falo dela como estou fazendo agora, nossa fico iluminada, radiante de amor. Ela sabe que poderá contar comigo pra sempre e sei que ela também me ama muito e é grata por tudo que faço por ela."
Priscila




Enedina, que adotou a Milla.
Cadela que havia sido deixada pra trás por sua verdadeira família na mudança de casa.


 

"Há mais de dois anos, acompanho o trabalho da Mônica lendo os e-mails (muito bem escritos) que ela me manda. São histórias que sempre me comovem. Tenho 3 gatos (duas fêmeas e um macho) e nunca tive cachorro. No entanto, em maio do ano de 2007, exatamente no Dia das Mães, encontrei uma cachorrinha tipo poodle à beira de uma estrada com um ferimento enorme no pescoço. Estava em carne viva. Não consegui seguir viagem e decidí recolhê-la.
Após tratamento, ela ficou boa. Dei-lhe o nome de Lara e a adotei. Só que seu comportamento me parecia irrecuperável, pois ela vivia encolhidinha num canto, não levantava os olhos por nada deste mundo, comia muito pouco, não emitia um som sequer e só se levantava pra fazer as necessidades. E sempre, sempre, com o rabinho entre as pernas. Tentei a terapia do amor.
Carinho, pegar no colo, acariciar, conversar... e nada. Três meses depois, recebi da Mônica um e-mail falando da Milla, uma cachorra vira-lata adulta de porte médio/grande abandonada pelos antigos donos. Eu estava querendo adotar um cachorro desse tamanho porque precisava iniciar no hábito das caminhadas matinais por recomendação médica (colesterol alto!). Escolhi a Milla pelas informações que a Mônica me deu: era uma cachorra muito dócil, obediente, ótima companhia e que latia pouco. A recebí em um lindo domingo de agosto, exatamente no Dia dos Pais, e logo ficamos amigas. No entanto, eu estava preocupada com os meus gatos. Como eles reagiriam? Será que ela os respeitaria? E a Lara, tão traumatizada, não ficaria pior do que já era? Mas graças a Deus tudo deu certo. Depois de um curto período de adaptação, a "turminha" passou a conviver bem, e hoje a Milla é a mãezona dos meus gatos. Acreditem: ela me ajuda a recolhê-los à noitinha, hábito que mantenho por precaução. Durante o dia deixo-os livres, subindo nos muros e indo nas casas vizinhas. Mas quando a noite cai, quero todo mundo dentro de casa. A Milla já sabe que faço isso por volta das 19 horas e nem me espera. Vai na frente, abaixa a cabeça e "empurra" um por um delicadamente para dentro. E a gatinha menorzinha, que sempre teima em querer "ficar mais um pouco", é o xodó da Milla. Esta é uma cena que me enche de alegria. A Lara, então, se transformou. Hoje ela levanta os olhos, come bem, anda pela casa toda abanando o rabinho, late quando necessário e vive chamando para brincar.
Assim, a Milla hoje é parte de mim, da casa e da paisagem onde moramos, pois todos os vizinhos gostam dela. Não bastasse tudo isso, ela tem atraído boas amizades durante nossas caminhadas matinais, momento em que os amantes dos animais se encontram e trocam informações. A conversa sempre começa assim: "Que linda que ela é! Como se chama?"
Confesso: sempre achei besteira esse negócio de Dia das Mães e Dia dos Pais. Agora, é impossível não comemorá-los lá em casa."
Enedina





Flávia, que adotou a Lailinha.





"Sempre sonhei em ser mãe, mas infelizmente, ainda não consegui ter filhos. Entretanto, minha vida começou a mudar em 11 de agosto de 2005, quando eu e meu marido Marcello resolvemos "adotar" um cãozinho. Navegando pela internet, encontrei umas fotos de cinco filhotes que haviam sido resgatados em um buraco, na Rodovia Raposo Tavares, por um casal. Sinceramente, posso dizer que gostei muito de todos, mas uma das fêmeas me chamou mais a atenção, meu coração bateu mais forte logo que olhei para a foto dela! Hoje tenho certeza que não foi por acaso que fui visitar aquele site.
Acabamos "adotando" aquela fêmea, pela qual logo me apaixonei e demos à ela o nome de Laila. Nossa vida mudou muito, pois desde o dia 06 de setembro de 2005, quando recebemos a Laila definitivamente em nossa casa, que conseguimos formar uma família. A Laila é super meiga, dócil, companheira e tem trazido muita alegria para o nosso lar e eu e o Marcello estamos curtindo muito esse "presente que Deus nos deu."
Flávia Vassellucci




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